Como parte do curso "Melhor Gestão, Melhor Ensino", nós resgatamos as vivências que tivemos a respeito da leitura, como foi nosso contato com ela e como isso nos influencia em relação ao trabalho com os alunos. Trago abaixo os depoimentos meus e da Sue Ellen para que vocês possam entender um pouco das nossas experiências com a leitura.
Meu depoimento:
Lembro
que meu primeiro contato com a leitura foi na pré-escola; meu
primeiro livro foi "uma professora muito maluquinha" e, desde então,
me apaixonei pela leitura. Minha ficha de leitura no fundamental era
provavelmente a maior da escola toda. Já no ensino médio, eu descobri
que poderia utilizar meu tempo nas "aulas vagas" para ficar na
biblioteca lendo e auxiliando na organização dos livros da mesma.
Eu lia tudo que me chamasse a atenção: romance, ficção, literatura
brasileira, terror, não-ficção e até mesmo livros científicos das
prateleiras de biologia, química, física (adorava os sobre os trabalhos
de Einstein) e arte (em especial história da arte).
primeiro livro foi "uma professora muito maluquinha" e, desde então,
me apaixonei pela leitura. Minha ficha de leitura no fundamental era
provavelmente a maior da escola toda. Já no ensino médio, eu descobri
que poderia utilizar meu tempo nas "aulas vagas" para ficar na
biblioteca lendo e auxiliando na organização dos livros da mesma.
Eu lia tudo que me chamasse a atenção: romance, ficção, literatura
brasileira, terror, não-ficção e até mesmo livros científicos das
prateleiras de biologia, química, física (adorava os sobre os trabalhos
de Einstein) e arte (em especial história da arte).
Gosto
muito de HQs e mangás. Leio quadrinhos desde os 5 anos de
idade, passando de turma da mônica para os super-heróis da marvel
e mangás da clamp (como sakura card Captors). Meus pais sempre me
incentivaram nessa minha paixão, comprando livros de presente e me
levando ao centro cultural da Vergueiro, na gibiteca Henfil. Meu pai
sentava comigo e discutíamos (como fazemos até hoje) a questão
dos super-poderes e seus "super erros" de física e biologia. Eu trouxe
essa paixão pela leitura comigo para a sala de aula. Uma das salas
de 7º ano na qual ministro aulas, é formada por alunos apaixonados
por quadrinhos; eu aproveito essa paixão deles e meus conhecimentos
sobre HQs para associar super heróis à aula (quando possível),
fazendo com que eles levantem discussões e dúvidas cada vez mais
críticas. No 9º ano, utilizo artigos e matérias de jornal para
instigá-los a procurar mais informações sobre o mundo que os cerca e
sobre como cada
idade, passando de turma da mônica para os super-heróis da marvel
e mangás da clamp (como sakura card Captors). Meus pais sempre me
incentivaram nessa minha paixão, comprando livros de presente e me
levando ao centro cultural da Vergueiro, na gibiteca Henfil. Meu pai
sentava comigo e discutíamos (como fazemos até hoje) a questão
dos super-poderes e seus "super erros" de física e biologia. Eu trouxe
essa paixão pela leitura comigo para a sala de aula. Uma das salas
de 7º ano na qual ministro aulas, é formada por alunos apaixonados
por quadrinhos; eu aproveito essa paixão deles e meus conhecimentos
sobre HQs para associar super heróis à aula (quando possível),
fazendo com que eles levantem discussões e dúvidas cada vez mais
críticas. No 9º ano, utilizo artigos e matérias de jornal para
instigá-los a procurar mais informações sobre o mundo que os cerca e
sobre como cada
nova
pesquisa científica pode ter um impacto (tanto positivo quanto
negativo) na vida destes.
negativo) na vida destes.
Não
são todos os alunos que se sentem tocados ou motivados pela
leitura ou por um texto bem escrito; por isso, gosto de associar também
o "vício" destes na internet à leitura, fazendo com que eles procurem
as nuances por trás dos tão famosos "memes" que povoam o espaço
cibernético (como por exemplo o uso do meme "dorgas manolo" para
tratar de questões como os efeitos das drogas psicotrópicas na
capacidade de raciocínio e nas alterações do sistema nervoso). Métodos
para fazer com que os alunos leiam e se motivem todos nós temos, mas
a barreira imposta pela falta de interesse/incentivo fora de sala de aula
é um desafio com o qual ainda temos que lutar!
leitura ou por um texto bem escrito; por isso, gosto de associar também
o "vício" destes na internet à leitura, fazendo com que eles procurem
as nuances por trás dos tão famosos "memes" que povoam o espaço
cibernético (como por exemplo o uso do meme "dorgas manolo" para
tratar de questões como os efeitos das drogas psicotrópicas na
capacidade de raciocínio e nas alterações do sistema nervoso). Métodos
para fazer com que os alunos leiam e se motivem todos nós temos, mas
a barreira imposta pela falta de interesse/incentivo fora de sala de aula
é um desafio com o qual ainda temos que lutar!
Depoimento da Sue Ellen:
Eu sempre gostei de ler, acho que por influência da minha mãe que
sempre
amou os livros. Quando muito pequena lia os gibis da Mônica, na
adolescência tive várias fases: a primeira que me recordo foi a paixão
pelos livros da Agatha Christie, eu sempre tentava descobrir quem eram
os assassinos pelas pistas fornecidas pelo livro, depois tive uma fase mais
espiritualista e li todos os livros do Paulo Coelho. Na faculdade eu já me
dedicava quase exclusivamente a artigos científicos por causa do estágio e
nesta fase tive um grande aprendizado em relação a formular hipóteses,
elaborar os objetivos e elaborar projetos de pesquisa científica. Qualquer
tipo de leitura tem a sua contribuição não só pela aquisição de novos
conhecimentos, mas porque acredito que nos molda em relação a valores,
sentimentos e tantas outras coisas. Uma das minhas frases preferidas
é a do Albert Einstein: "A mente que se abre a uma nova idéia jamais
volta ao seu tamanho original". Estamos aqui para aprender e descobrir algo
novo todos os dias e isto é o que tento passar para os meus alunos
todos os dias, incentivando as suas participações em aula e sempre
incentivando a leitura em sala e fora dela e a escrita, porque há sempre algo
que podemos retirar das palavras escritas por eles. Todo dia eu aprendo algo
com eles ou eles me fazem perguntas que não sei as respostas e tenho que
ir atrás para também aprender.
amou os livros. Quando muito pequena lia os gibis da Mônica, na
adolescência tive várias fases: a primeira que me recordo foi a paixão
pelos livros da Agatha Christie, eu sempre tentava descobrir quem eram
os assassinos pelas pistas fornecidas pelo livro, depois tive uma fase mais
espiritualista e li todos os livros do Paulo Coelho. Na faculdade eu já me
dedicava quase exclusivamente a artigos científicos por causa do estágio e
nesta fase tive um grande aprendizado em relação a formular hipóteses,
elaborar os objetivos e elaborar projetos de pesquisa científica. Qualquer
tipo de leitura tem a sua contribuição não só pela aquisição de novos
conhecimentos, mas porque acredito que nos molda em relação a valores,
sentimentos e tantas outras coisas. Uma das minhas frases preferidas
é a do Albert Einstein: "A mente que se abre a uma nova idéia jamais
volta ao seu tamanho original". Estamos aqui para aprender e descobrir algo
novo todos os dias e isto é o que tento passar para os meus alunos
todos os dias, incentivando as suas participações em aula e sempre
incentivando a leitura em sala e fora dela e a escrita, porque há sempre algo
que podemos retirar das palavras escritas por eles. Todo dia eu aprendo algo
com eles ou eles me fazem perguntas que não sei as respostas e tenho que
ir atrás para também aprender.
Grande abraço a todos!!
Bom, é isso. Espero que tenham gostado e aqui deixo a pergunta:
E você filho de Gaia? Como é a sua vivência em relação à leitura?
E você filho de Gaia? Como é a sua vivência em relação à leitura?
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